A Igreja Católica que não esta nos livros acadêmicos
A
Igreja Católica que não esta nos livros acadêmicos
Infelizmente
muitos estudantes secundaristas e até mesmo, universitários e também, muitos
católicos, tem uma visão totalmente deturpada a respeito da Historia da Igreja,
Sua vida e sua trajetória nesses mais de dois mil anos de peregrinação. Muitos não
conhecem sua importância para a historia atual da humanidade, esquecem quem ela
é, e como nasceu. Tudo isso acontece por causa da imagem deturpada e
preconceituosa que muitos professores, possuem a respeito da Igreja Católica, especialmente
alguns professores de história, que, sem nenhum critério de pesquisa e sem nenhuma formação sobre a veracidade dos fatos,
passam para seus alunos conteúdos que
não são verídicos.
Sabemos que existem milhares de livros de História que falam
sobre a Igreja Católica e que não são confiáveis, porque não possuem uma pesquisa histórica dos
fatos narrados. Isso é grave!
Centenas
de livros narram uma trajetória fictícia da Igreja Católica que não segue
rigorosamente os critério de historicidade, entre eles, alguns se tornaram best
seller. Um exemplo dele é o Código da Vinci que mostra uma Igreja Católica como uma Instituição corrupta,
perversa e sem caráter. Uma instituição dominadora que, com seu papel, impõe
medo ao seus seguidores e ao mundo. Pior ainda, narra que esta instituição
criou a Divindade de Jesus. Absurdo né!!!
No entanto, isso é ensinado em algumas escolas; porém, ainda existem professores que pegam
essa leitura fictícia e repassam para
seus alunos sem nenhum critério, como se, aquilo que é ensinado fosse realmente verdadeiro, ou
como uma história oficial a respeito da Igreja. Simplesmente, absurdo, não acha!
Não
podemos nos calar diante de tão grande absurdo. É hora dos jovens estudantes,
especialmente os católicos, conhecerem o outro lado desta história. Obviamente o que é passado para os
estudantes nas escolas não passa de uma sombra da vida da Igreja. No entanto, nossa história tem mais de dois
mil anos que brilhou num tempo obscuro e continua brilhando como sob o comando
do Espirito Santo, Tradição, do Magistério e da Sagrada Escritura.
Infelizmente
não tenho como descrever neste pequeno artigo
uma historia tão intensa, e tão cheia de sofrimentos, sangue e glória.
Foi
a Igreja que mudou esta civilização na qual podemos andar de cabeça erguida.
Esta instituição opressora, corrupta, perversa, descrita em alguns livros
de historia, é a instituição que prima
pela liberdade, pelos oprimidos, fracos, doentes, perseguidos, marginalizados e
que carrega em sua bandeira, a marca do respeito pelos direitos
humanos, da luta pelos direitos das mulheres, pelos imigrantes, crianças e idosos,
porém, ainda assim, somos chamados de
opressores em alguns livros.
No
seu silencio, a Igreja trabalha incessantemente em tantas áreas tais como:
ciência, filosofia, medicina, música, agricultura, educação sem falar na
caridade, nossa meta prima. No entanto, todos os historiadores sérios são unânimes
em afirmar a importância do papel da Igreja na historia como defensora da cultura
e dos direitos humanos e do meio ambiente.
Há
mais de dois mil anos, muitos tentam destruir esta instituição chamada Igreja
Católica Apostólica Romana, e confiando nas próprias palavras de Jesus levantamos
nossa bandeira em meio as tempestades que se levanta contra nós: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta
pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra
ela”; (Mt 16:18).
Bárbaros
tentaram destruir a Igreja, Átila tentou destruir Roma. No entanto, foi Leão Magno que o enfrentou, e
o mesmo ele fez com tantos outros bárbaros. Mesmo Roma destruída, continuou das
cinzas sua missão neste mundo. Com sua Organização Temporal, a Igreja Católica
enfrentou, e vem enfrentado os bárbaros dos primeiros séculos como os bárbaros
dos nossos tempos. Com o nosso
princípio evangélico, estamos
subsistindo as tempestades que nos vem todos os dias, crendo sempre
naquela Palavra: “Não vos deixarei órfãos” (João
14:18).
Os
livros não contam que foram grandes homens como: Leão Magno, Bento de Núcia,
Agostinho de Hipona e tantos outros que, do caos da barbárie, começaram a
modelar uma nova civilização tendo como ferramenta a Tradição e Magistério da
Igreja, por amor a Deus e a humanidade. Os cristão sempre souberam que, “Tudo
concorre para o bem daqueles que amam a Deus” (1Ts 5,17)
A
Igreja recomeçaria do pó e da esperança de homens e mulheres que confiavam em
um Deus Ressurreto. Ela, sempre teve
consciência do seu papel na historia, e de suas responsabilidades sociais. Os
Cristãos do primeiro século souberam enfrentar a longa e árdua missão de
civilizar os bárbaros pela amabilidade e pelo acolhimento. Não é diferente de
nossos dias, civilizamos novos bárbaros amando e respeitando suas ideologias.
Por isso, naquele tempo, tiveram êxito, e hoje continuamos a colher os frutos
plantados por nossos antepassados que, com seu sangue souberam regar e adubar esta
arvore frutuosa chamada Igreja Católico. Não está nos livros escolares o papel
decisivo desses homens nos dia mais tenebrosos da historia da humanidade. Isso
é omitido ou deletado da história, porque não interessa para a nova civilização
cibernética onde a fé não passa de uma
alegoria do passado.
No
século III foram os mosteiros que tiveram papel fundamental da defesa da nova
civilização. Eles vieram do oriente trazido por Santo Antão e outros padres do
deserto. O papel dos mosteiros foi primeiro espiritual; a fé os sustentava e
com ela os monges alimentaram um mundo
em uma época de grande caos. Durante o longo período de grandes invasões bárbaras
que duraram seis séculos, as casas beneditinas foram oásis de paz e de ordem,
especialmente, o mosteiro de Monte Cassino.
Saqueada, destruída, arrasada por terremoto. Entretanto, os monges beneditinos sempre reconstruíram com
paciência e fé. No século XIV a ordem
Beneditina já tinha dado a Igreja 24 Papas, 200 cardeais, 7000 arcebispos
15.000 mil bispos, 37.000 mosteiros. Sem falar nos mosteiros que se dedicavam a
pesquisa da medicina, cultura, agricultura, verdadeiros lavradores e
desbravadores. Isso também não está nos livros.
Tanto a história,
como pesquisadores provam que
nada é mais absurdo do que certas afirmações que vemos hoje de que o pensamento
da idade media era estagnado, que a
igreja era obscurantista, ou que o pensamento era aprisionado pelo medo da
inquisição imposto pela igreja. Para começar a entender a
questão, é fundamental conhecer o contexto mental, histórico, cultural e
político da época.
O maior de todos os erros
ao se analisar este assunto, é querer julgar fatos ocorridos numa outra era,
usando os padrões da moral de hoje. A mentalidade, os valores
éticos e os conceitos de moral mudam. E natural que progridem com o passar do
tempo. Sem a consciência de que a moral humana evolui é inviável analisar
acontecimentos antigos. Tomemos como exemplo o próprio Antigo Testamento da
Bíblia: os hebreus aplicavam a pena de morte por apedrejamento aos membros da
comunidade que transgredissem a lei de Moisés, até mesmo aos filhos
desobedientes este fato está narrado no livro de Deuteronômio 21,18-21
e outros. Nos dias de hoje, uma pena dessas seria vista como desumana, cruel,
hedionda. Naquela época, dentro da mentalidade e da cultura daquele período
histórico, era considerada um ato de justiça. Sim, o tempo passa e os conceitos de moral e justiça
vão se aperfeiçoando.
E, como cristãos, cremos que é Deus mesmo Quem nos dá
consciência e capacidade intelectual para que possamos evoluir e viver cada vez
mais e melhor o Caminho de Salvação, preparado para toda a humanidade e
cumprido plenamente em Cristo.
O primeiro passo, portanto, é entender o óbvio: a
Inquisição existiu num período histórico muito diferente do nosso, com padrões
de moral e justiça completamente diversos dos que conhecemos atualmente. Tanto que, falar mal do rei ou falsificar a moeda
era punido com a pena de morte, o que era visto por aquela sociedade como
perfeitamente correto e justo. Dentro desse contexto, o que mereceriam os traidores de Deus?
No entanto,
há um grave erro imaginar que a Inquisição Católica foi a única inquisição
religiosa que existiu. Não estou velando um período obscuro da historia da
Igreja, e sim mostrar um contexto histórico da época. Nesse período histórico,
governos de todas as nações eram extremamente violentos, se comparados aos de
hoje; a lei e a ordem eram mantidas com mão de ferro e as penas eram
sanguinárias em todas as culturas, tanto cristãs quanto islâmicas, hindus e
pagãs em geral. Parece que uma página muito especial é descartada deste
capítulo da História, por muita gente, quando se discute o assunto Inquisição.
Porem, eu te faço uma pergunta:
1) Que
instituição religiosa condenou mais de 300 pessoas pela prática de bruxaria,
decretando tortura e pena de morte na forca às famosas "bruxas de
Salem"?
2) Que
instituição religiosa levou à morte mais de 30.000 camponeses anabatistas na
Alemanha?
3) Sob
que ordens o médico espanhol Miguel Servet Grizar, o descobridor da circulação
sanguínea, foi condenado a morrer na fogueira por causa dessa descoberta?
4) Quem
mandou para a fogueira mais de mil mulheres escocesas, num período de seis anos
(1555 - 1561)?
Bem... Essa pergunta eu deixo você responder.
Nenhuma
outa instituição contribuiu tanto para moldar a nossa civilização ocidental.
Mas, infelizmente tudo é ocultado pelos que não gostam da Igreja, e por aquele
que acham, uma instituição dominadora. É essencial que possamos recuperar esta
verdade intencionalmente escondida. Ainda hoje, há livros que apresentam uma
visão totalmente errada da civilização ocidental. A civilização ocidental na
verdade tem uma enorme dívida com a Igreja pelo sistema universitário, cultural
e cientifica, pelo trabalho de caridade realizado pela Igreja, pelo advento da
lei internacional, as ciências, as artes, músicas e muitos mais. No entanto, tudo isso fica velado nos livros.
Os
livros não contam que foram os monges copista da Igreja Católica que
preservaram a herança literária do mundo antigo após a queda de Roma no século
V, sob domínio dos bárbaros. Eles dominavam e destruíam não só os povos, mas
também sua cultura. No entanto, foram os monges que guardaram tão precioso
tesouro da humanidade. Como também não estão nos livros, que foi as
leis canônicas, o primeiro sistema de leis
usada na Europa.
Enfim, não
tem como falar de uma instituição com mais de dois mil anos em poucas paginas,
sem falar da sua maior missão que infelizmente não estão nos livros acadêmicos.
Muitas pessoas não sabem que a Igreja Católica é a Instituição que mais
caridade fez e faz no mundo. Se a Igreja Católica saísse da África 60% das
escolas e hospitais seriam fechados? Quando a epidemia de AIDS estourou nos Estados
Unidos e as autoridades não sabiam o que
fazer eles chamaram as freiras da Igreja para cuidar dos doentes porque ninguém
mais queria fazê-lo. Sem falar o surto do ebola na África ocidental onde
morreram muitas freiras e padres que cuidavam de doentes infectados. Isso os
livros não mostram.
No Brasil, até 1950, quando não existia nenhuma política de
saúde pública eram as casas de caridade da Igreja que cuidavam das pessoas que
não tinham condições de pagar um hospital. A Igreja Católica mantém na Ásia:
1.076 hospitais; 3.400 dispensários; 330 leprosários; 1.685 asilos; 3.900
orfanatos; 2.960 jardins de infância. Na África: 964 hospitais; 5.000
dispensários; 260 leprosários; 650 asilos; 800 orfanatos; 2.000 jardins de
infância. Na América: 1.900 hospitais; 5.400 dispensários; 50
leprosários; 3.700 asilos; 2.500 orfanatos; 4.200 jardins de infância. Na
Oceania: 170 hospitais; 180 dispensários; 1 leprosário; 360 asilos;60
orfanatos; 90 jardins de infância. Na Europa: 1.230 hospitais; 2.450
dispensários; 4 Leprosários; 7.970 asilos;2.370 jardins de infância.
Será que
existe alguma empresa ou instituição que faz pelo menos, isso?
A Igreja, com
seu trabalho silencioso vêm transformando vidas e levando a Palavra de Vida aos quatro cantos da terra.
Assim somos
nós, um povo que vive da esperança e da
fé cumprindo uma missão dada por Jesus Cristo: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda
criatura” de Mc 16,15. Assim somos nós, uma Igreja que trabalha em
silencio. Somos a Igreja Católica Apostólica Romana.
Gabriel Sena
www.ocatolicofiel.com.br
prof. Felipe Aquino - Canção Nova
A
Igreja Católica que não esta nos livros acadêmicos
Infelizmente
muitos estudantes secundaristas e até mesmo, universitários e também, muitos
católicos, tem uma visão totalmente deturpada a respeito da Historia da Igreja,
Sua vida e sua trajetória nesses mais de dois mil anos de peregrinação. Muitos não
conhecem sua importância para a historia atual da humanidade, esquecem quem ela
é, e como nasceu. Tudo isso acontece por causa da imagem deturpada e
preconceituosa que muitos professores, possuem a respeito da Igreja Católica, especialmente
alguns professores de história, que, sem nenhum critério de pesquisa e sem nenhuma formação sobre a veracidade dos fatos,
passam para seus alunos conteúdos que
não são verídicos.
Sabemos que existem milhares de livros de História que falam
sobre a Igreja Católica e que não são confiáveis, porque não possuem uma pesquisa histórica dos
fatos narrados. Isso é grave!
Centenas
de livros narram uma trajetória fictícia da Igreja Católica que não segue
rigorosamente os critério de historicidade, entre eles, alguns se tornaram best
seller. Um exemplo dele é o Código da Vinci que mostra uma Igreja Católica como uma Instituição corrupta,
perversa e sem caráter. Uma instituição dominadora que, com seu papel, impõe
medo ao seus seguidores e ao mundo. Pior ainda, narra que esta instituição
criou a Divindade de Jesus. Absurdo né!!!
No entanto, isso é ensinado em algumas escolas; porém, ainda existem professores que pegam
essa leitura fictícia e repassam para
seus alunos sem nenhum critério, como se, aquilo que é ensinado fosse realmente verdadeiro, ou
como uma história oficial a respeito da Igreja. Simplesmente, absurdo, não acha!
Não
podemos nos calar diante de tão grande absurdo. É hora dos jovens estudantes,
especialmente os católicos, conhecerem o outro lado desta história. Obviamente o que é passado para os
estudantes nas escolas não passa de uma sombra da vida da Igreja. No entanto, nossa história tem mais de dois
mil anos que brilhou num tempo obscuro e continua brilhando como sob o comando
do Espirito Santo, Tradição, do Magistério e da Sagrada Escritura.
Infelizmente
não tenho como descrever neste pequeno artigo
uma historia tão intensa, e tão cheia de sofrimentos, sangue e glória.
Foi
a Igreja que mudou esta civilização na qual podemos andar de cabeça erguida.
Esta instituição opressora, corrupta, perversa, descrita em alguns livros
de historia, é a instituição que prima
pela liberdade, pelos oprimidos, fracos, doentes, perseguidos, marginalizados e
que carrega em sua bandeira, a marca do respeito pelos direitos
humanos, da luta pelos direitos das mulheres, pelos imigrantes, crianças e idosos,
porém, ainda assim, somos chamados de
opressores em alguns livros.
No
seu silencio, a Igreja trabalha incessantemente em tantas áreas tais como:
ciência, filosofia, medicina, música, agricultura, educação sem falar na
caridade, nossa meta prima. No entanto, todos os historiadores sérios são unânimes
em afirmar a importância do papel da Igreja na historia como defensora da cultura
e dos direitos humanos e do meio ambiente.
Há
mais de dois mil anos, muitos tentam destruir esta instituição chamada Igreja
Católica Apostólica Romana, e confiando nas próprias palavras de Jesus levantamos
nossa bandeira em meio as tempestades que se levanta contra nós: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta
pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra
ela”; (Mt 16:18).
Bárbaros
tentaram destruir a Igreja, Átila tentou destruir Roma. No entanto, foi Leão Magno que o enfrentou, e
o mesmo ele fez com tantos outros bárbaros. Mesmo Roma destruída, continuou das
cinzas sua missão neste mundo. Com sua Organização Temporal, a Igreja Católica
enfrentou, e vem enfrentado os bárbaros dos primeiros séculos como os bárbaros
dos nossos tempos. Com o nosso
princípio evangélico, estamos
subsistindo as tempestades que nos vem todos os dias, crendo sempre
naquela Palavra: “Não vos deixarei órfãos” (João
14:18).
Os
livros não contam que foram grandes homens como: Leão Magno, Bento de Núcia,
Agostinho de Hipona e tantos outros que, do caos da barbárie, começaram a
modelar uma nova civilização tendo como ferramenta a Tradição e Magistério da
Igreja, por amor a Deus e a humanidade. Os cristão sempre souberam que, “Tudo
concorre para o bem daqueles que amam a Deus” (1Ts 5,17)
A
Igreja recomeçaria do pó e da esperança de homens e mulheres que confiavam em
um Deus Ressurreto. Ela, sempre teve
consciência do seu papel na historia, e de suas responsabilidades sociais. Os
Cristãos do primeiro século souberam enfrentar a longa e árdua missão de
civilizar os bárbaros pela amabilidade e pelo acolhimento. Não é diferente de
nossos dias, civilizamos novos bárbaros amando e respeitando suas ideologias.
Por isso, naquele tempo, tiveram êxito, e hoje continuamos a colher os frutos
plantados por nossos antepassados que, com seu sangue souberam regar e adubar esta
arvore frutuosa chamada Igreja Católico. Não está nos livros escolares o papel
decisivo desses homens nos dia mais tenebrosos da historia da humanidade. Isso
é omitido ou deletado da história, porque não interessa para a nova civilização
cibernética onde a fé não passa de uma
alegoria do passado.
No
século III foram os mosteiros que tiveram papel fundamental da defesa da nova
civilização. Eles vieram do oriente trazido por Santo Antão e outros padres do
deserto. O papel dos mosteiros foi primeiro espiritual; a fé os sustentava e
com ela os monges alimentaram um mundo
em uma época de grande caos. Durante o longo período de grandes invasões bárbaras
que duraram seis séculos, as casas beneditinas foram oásis de paz e de ordem,
especialmente, o mosteiro de Monte Cassino.
Saqueada, destruída, arrasada por terremoto. Entretanto, os monges beneditinos sempre reconstruíram com
paciência e fé. No século XIV a ordem
Beneditina já tinha dado a Igreja 24 Papas, 200 cardeais, 7000 arcebispos
15.000 mil bispos, 37.000 mosteiros. Sem falar nos mosteiros que se dedicavam a
pesquisa da medicina, cultura, agricultura, verdadeiros lavradores e
desbravadores. Isso também não está nos livros.
Tanto a história,
como pesquisadores provam que
nada é mais absurdo do que certas afirmações que vemos hoje de que o pensamento
da idade media era estagnado, que a
igreja era obscurantista, ou que o pensamento era aprisionado pelo medo da
inquisição imposto pela igreja. Para começar a entender a
questão, é fundamental conhecer o contexto mental, histórico, cultural e
político da época.
O maior de todos os erros
ao se analisar este assunto, é querer julgar fatos ocorridos numa outra era,
usando os padrões da moral de hoje. A mentalidade, os valores
éticos e os conceitos de moral mudam. E natural que progridem com o passar do
tempo. Sem a consciência de que a moral humana evolui é inviável analisar
acontecimentos antigos. Tomemos como exemplo o próprio Antigo Testamento da
Bíblia: os hebreus aplicavam a pena de morte por apedrejamento aos membros da
comunidade que transgredissem a lei de Moisés, até mesmo aos filhos
desobedientes este fato está narrado no livro de Deuteronômio 21,18-21
e outros. Nos dias de hoje, uma pena dessas seria vista como desumana, cruel,
hedionda. Naquela época, dentro da mentalidade e da cultura daquele período
histórico, era considerada um ato de justiça. Sim, o tempo passa e os conceitos de moral e justiça
vão se aperfeiçoando.
E, como cristãos, cremos que é Deus mesmo Quem nos dá
consciência e capacidade intelectual para que possamos evoluir e viver cada vez
mais e melhor o Caminho de Salvação, preparado para toda a humanidade e
cumprido plenamente em Cristo.
O primeiro passo, portanto, é entender o óbvio: a
Inquisição existiu num período histórico muito diferente do nosso, com padrões
de moral e justiça completamente diversos dos que conhecemos atualmente. Tanto que, falar mal do rei ou falsificar a moeda
era punido com a pena de morte, o que era visto por aquela sociedade como
perfeitamente correto e justo. Dentro desse contexto, o que mereceriam os traidores de Deus?
No entanto,
há um grave erro imaginar que a Inquisição Católica foi a única inquisição
religiosa que existiu. Não estou velando um período obscuro da historia da
Igreja, e sim mostrar um contexto histórico da época. Nesse período histórico,
governos de todas as nações eram extremamente violentos, se comparados aos de
hoje; a lei e a ordem eram mantidas com mão de ferro e as penas eram
sanguinárias em todas as culturas, tanto cristãs quanto islâmicas, hindus e
pagãs em geral. Parece que uma página muito especial é descartada deste
capítulo da História, por muita gente, quando se discute o assunto Inquisição.
Porem, eu te faço uma pergunta:1) Que instituição religiosa condenou mais de 300 pessoas pela prática de bruxaria, decretando tortura e pena de morte na forca às famosas "bruxas de Salem"?
2) Que instituição religiosa levou à morte mais de 30.000 camponeses anabatistas na Alemanha?
3) Sob que ordens o médico espanhol Miguel Servet Grizar, o descobridor da circulação sanguínea, foi condenado a morrer na fogueira por causa dessa descoberta?
4) Quem mandou para a fogueira mais de mil mulheres escocesas, num período de seis anos (1555 - 1561)?
Bem... Essa pergunta eu deixo você responder.
Nenhuma
outa instituição contribuiu tanto para moldar a nossa civilização ocidental.
Mas, infelizmente tudo é ocultado pelos que não gostam da Igreja, e por aquele
que acham, uma instituição dominadora. É essencial que possamos recuperar esta
verdade intencionalmente escondida. Ainda hoje, há livros que apresentam uma
visão totalmente errada da civilização ocidental. A civilização ocidental na
verdade tem uma enorme dívida com a Igreja pelo sistema universitário, cultural
e cientifica, pelo trabalho de caridade realizado pela Igreja, pelo advento da
lei internacional, as ciências, as artes, músicas e muitos mais. No entanto, tudo isso fica velado nos livros.
Os
livros não contam que foram os monges copista da Igreja Católica que
preservaram a herança literária do mundo antigo após a queda de Roma no século
V, sob domínio dos bárbaros. Eles dominavam e destruíam não só os povos, mas
também sua cultura. No entanto, foram os monges que guardaram tão precioso
tesouro da humanidade. Como também não estão nos livros, que foi as
leis canônicas, o primeiro sistema de leis
usada na Europa.
Enfim, não
tem como falar de uma instituição com mais de dois mil anos em poucas paginas,
sem falar da sua maior missão que infelizmente não estão nos livros acadêmicos.
Muitas pessoas não sabem que a Igreja Católica é a Instituição que mais
caridade fez e faz no mundo. Se a Igreja Católica saísse da África 60% das
escolas e hospitais seriam fechados? Quando a epidemia de AIDS estourou nos Estados
Unidos e as autoridades não sabiam o que
fazer eles chamaram as freiras da Igreja para cuidar dos doentes porque ninguém
mais queria fazê-lo. Sem falar o surto do ebola na África ocidental onde
morreram muitas freiras e padres que cuidavam de doentes infectados. Isso os
livros não mostram.
No Brasil, até 1950, quando não existia nenhuma política de
saúde pública eram as casas de caridade da Igreja que cuidavam das pessoas que
não tinham condições de pagar um hospital. A Igreja Católica mantém na Ásia:
1.076 hospitais; 3.400 dispensários; 330 leprosários; 1.685 asilos; 3.900
orfanatos; 2.960 jardins de infância. Na África: 964 hospitais; 5.000
dispensários; 260 leprosários; 650 asilos; 800 orfanatos; 2.000 jardins de
infância. Na América: 1.900 hospitais; 5.400 dispensários; 50
leprosários; 3.700 asilos; 2.500 orfanatos; 4.200 jardins de infância. Na
Oceania: 170 hospitais; 180 dispensários; 1 leprosário; 360 asilos;60
orfanatos; 90 jardins de infância. Na Europa: 1.230 hospitais; 2.450
dispensários; 4 Leprosários; 7.970 asilos;2.370 jardins de infância.
Será que
existe alguma empresa ou instituição que faz pelo menos, isso?
A Igreja, com
seu trabalho silencioso vêm transformando vidas e levando a Palavra de Vida aos quatro cantos da terra.
Assim somos
nós, um povo que vive da esperança e da
fé cumprindo uma missão dada por Jesus Cristo: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda
criatura” de Mc 16,15. Assim somos nós, uma Igreja que trabalha em
silencio. Somos a Igreja Católica Apostólica Romana.
Gabriel Sena
www.ocatolicofiel.com.br
prof. Felipe Aquino - Canção Nova















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