S U P E R – A N D O
SEM MEDO DE ENFRENTAR  O FANTASMA
 DA PARALISIA CEREBRAL

     Toda criança tem desejo de realizar seus sonhos de infância, muitos acalentam o sonho de se tornarem: jogadores, atletas, modelos, professores, e tantas outras opções que a imaginação lhes permitir. no entanto, muitas dessas crianças terão que aprender a superar seus próprios limites desde cedo para mostrar do que são capazes.
O sonho de uma criança é sagrado, e deve ser respeitado por todos nós, não importa a limitação que ela venha a ter. A paralisia cerebral (PC) pode muitas vezes prejudicar a realização desses sonhos, porém, não podemos impedir que continuasse sonhado. 
Para muitas famílias, a Paralisia Cerebral parece um fantasma que assombra todos os dias; só quem cuida de um portador de PC sabe do que estou falando. No entanto, existe algo infinitamente melhor que qualquer remédio, terapias, ou qualquer forma de reabilitação que possa existir, o AMOR! O Portador de paralisia Cerebral precisa entender o quanto ele é amado, o quanto ele é especial, e é de suma importância, inseri-lo na sociedade. Ele deve ser motivado a ir além, não podemos podá-los, nem mesmo tirar seus direitos mais sagrados.

Muitas vezes, a família não está preparada para receber um portador de PC, porém, o amor é mais importante fonte aprendizado para lidar com essa situação muitas vezes dolorida, tanto para o Portador de PC, quanto para os familiares; ambos precisam se unir cada vez mais.
O Portador de PC precisa fazer parte da sociedade, ele precisa disso para superar seus próprios medos, e a família é a base para essa motivação. Ele precisa ter consciência de novas chances, de novas experiências, novas perspectivas.  Contudo, é triste perceber que a família consegue superar as dificuldades, porém não encontra apoio por parte da sociedade que muitas vezes não possuem nenhuma informação sobre a paralisia cerebral.

Para muitas famílias, a medicina ajuda a amenizar a dor e o sofrimento de um portador de PC, mas a sociedade não está preparada para acolhê-lo. Que pena não é? Por outro lado, a família não encontra uma infraestrutura adequada por parte do Governo para dá ao paciente uma vida digna e confortável, principalmente as famílias de baixa renda, isso dificulta uma boa reabilitação. É normal proteger alguém que tem algum tipo de ‘problema’, mas é preciso que se deixe conhecer suas forças e limitações, pois através da superproteção a auto-estima pode ser prejudicada, deixem eles experimentarem suas próprias  asas e aprenderem a voar.

A família tem um importante papel no auxílio à socialização de uma pessoa com necessidades especiais, pois ela é o primeiro universo onde acontecem as primeiras relações sociais.  Eles nos ensinam a cada dia coisa novas, e belas; aprendemos a ter mais sensibilidade, responsabilidade, cuidado, carinho e tantas outras coisas que eles nos ensinam com seu jeito meio neném de ser.  Acho que Deus enviou esses anjos para nos tornarmos pessoas melhores, pessoas mais humanas.
Eles são anjos, Heróis
Gabriel Sena
S U P E R – A N D O

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